domingo, junho 12, 2011

Brigadeiros, norueguesa e afins...

Fui na Galeria do rock, na 24 maio, centro de SP. Comprei um mimo pra minha afilhadinha Agatha. Um macacãozinho branco, com um detalhe, tá escrito METALLICA em vermelho na frente, hehehe, LINDOO!!!
Achei minha echarpe de skulls, claro que lá tinha, né? Mas achei que ía ser mais fácil de encontrar, não era em toda loja que tinha não.
Aí fui me encontrar com a Gringa, hehehe. Desci na Vergueiro e fomos ao shopping Paulista.
Olha nós:

Eu e a Guro.
Chegando lá ela queria comer brigadeiro e foi quando eu fiz a melhor descoberta dos últimos tempos. Acho que ela já conhecia (não conhecia não, foi uma puta coincidência). Olha que lugar tudibom, dá uma bizoiada no site que fofo.
Shopping Paulista
Isso mesmo, uma loja especializada em BRIGADEIRO, só a Gringa mesmo pra achar uma lugar assim. E tinha de tudo quanto é sabor. Só isso já seria incrível, mas tinha mais. A decoração era essa fofura aí.  Dá uma olhada no interior de outra loja nessa foto:

Eu quero morar nesse lugar, hehehe.
Os brigadeiros além de deliciosos, são caseiros não tem conservantes, então o prazo de validade é bem curtinho, mas quem é que consegue guardar isso? kkk. Eles vendem pra comer na hora e pra levar... e pra levar numas caixinha lindas, olha a que eu comprei:

Brigadeiro de colher, de limão e de chocolate ao leite, potinho de 40g
Você compra os potinhos e eles colocam dentro de caixas lindas, essa aí é de madeira forrada pra dois potinhos, mas tem de papel também. Também dá pra comprar enrolado. Deu vondade de comprar pra todo mundo, mas é meio caro, claro né?
Morre aí:
A Guro levou duas iguais a que eu comprei, uma pra cada pimpolho.
Tem como não amar???

Amanhã a Gringa vai voltar pra Europa e eu vou me despedir dela no aeroporto, vamos comer uma pizza e eu tiro mais umas fotinhos dessa linda. Prometi à ela que vou visitá-la logo, que nem a Nati fez, agora eu não posso deixar de passar no concurso, é questão de palavra empenhada, kkkkk.
É o que tem pra hj.
#bjmeliga

sábado, junho 11, 2011

Roteiro de sábado

Estou indo à galeria do rock. Vou comprarum mimo pra minha afilhada linda Agatha. Algo que só a madrinha doida de SP pode dar, aguardem, kkkk. Também vou ver se acho alguma lembrança pro Kassabian, como eu prometi pro Diego, aquele lindo...
Depois disso, lá pelas 6:00 eu vou encontrar minha amiga, irmã de sangue (hehehe) Guro a norueguesa mais brasileira que existe e é mais parecida com minha irmã que eu.

Vou pedir autorização pra duas e se elas deixarem depois eu posto uma foto pra vcs verem como elas se parecem.
É o que tem pra hj (enquanto).
#bjmeliga.

sexta-feira, junho 10, 2011

Aquilo que não me mata me fortalece

Foi Frederick Nietzche quem disse isso. E ele tem toda razão. Muitas vezes acontecem coisas ruins, fatos ou pessoas que nos machucam de forma injusta, gestos que nos magoam. Somos atacados por quem não quer nosso bem, ou simplesmente porque estão com raiva e e você é o alvo mais próximo. Essa coisas as vezes nos ferem de forma tão dolorida que parece que não vai sarar. Mas sara, o tempo cura tudo, na maioria das vezes é tão rápido que nem dá tempo de passar um remédio. Quanto mais porrada a gente toma da vida, mais répidos esses machucados se curam. A gente fica calejado. Por isso que na hora do desespero precisa sempre tentar de verdade se acalmar. Não pode desisitir cada vez que a vida te dá uma chapuletada. Cada vez vai doer menos, a pele fica grossa. O triste é que se a gente fica impermeável pra dor fica também pro resto. A camada protetora que se cria não sabe diferenciar porrada de carinho. Ela protege do toque. Gato escaldado tem medo de água fria? Não, tem medo de água, não importa se quente ou fria.


Pela primeira vez na minha vida eu escolhi um caminho. Optei por um sonho e não vou permitir que ninguém me diga que eu não mereço esse sonho, que eu não posso conseguir e muito menos que o melhor pra mim é outra coisa. Eu não sei o que pode ser melhor pra mim no futuro, ninguém sabe. Eu sei o que é melhor pra mim agora e com certeza não é aguentar porrada, nunca é. Mas esse é o preço da minha escolha.
Até pra entrar no inferno a gente precisa pagar. Para atravessar o rio Aqueronte que leva as almas ao inferno é preciso pagar uma moeda ao barqueiro Caronte.


Segundo a lenda, o barqueiro concordava apenas com o embarque das almas para as quais os vivos haviam celebrado as devidas cerimônias fúnebres, enquanto as demais, cujos corpos não haviam sido sepultados, não podiam atravessar o rio, e estavam condenadas a vagar pela margem do Aqueronte durante cem anos, para cima e para baixo, até que depois de decorrido esse tempo elas finalmente pudessem ser levadas (qualquer semelhança com o purgatório não é mera coincidência). Ou seja, vc paga pra entrar no inferno e só entra se o corpo for devidamente velado. Vai ver que foi daí que surgiu esse ritual lindo, só que ao contrário, de ficar olhando um corpo de alguém que amamos e morreu apodrecer por mais de 12 horas. Existe também uma história de que pessoas enterradas sem funeral as vezes estavam vivas, e só se percebia isso qdo abria-se o caixão, pra guardar os ossos em outro local (que coisa estranha de se fazer, deixa o corpo quieto porra) e havia marcas de unhas na madeira, como se a pessoa tivesse arranhado, e alguns corpos estariam de bruços. Ser enterrado vivo, hum, que dilícia...


A vida não é fácil, ninguém disse que seria. Tá mais difícil do que eu esperava? Tá. É preciso ter equilíbrio pra superar os desafios mais facilmente e eu não tô equilibrada nesse momento, se é que alguma vez nessa vida eu consegui ser equilibrada, por isso as lambadas doem mais. Só que não vai ser por causa de uma pedra no meio do caminho que eu vou pegar meu banquinho e sair de fininho. (Nossa como eu tô usando clichê hj). Não, não tá tudo bem agora, mas vai ficar...
É o que tem pra hj.
#bjmeliga

quinta-feira, junho 09, 2011

Calma menina, se acalma.

Eu nunca senti tanta raiva de estar aqui como tô sentindo agora. Acabei de passar por uma puta injustiça que eu tô tremendo até agora. Meu irmão fez uma pergunta absolutamente normal, pra mim e a COL se ofendeu dum tanto. A pergunta nem era ofensiva. Ele perguntou (pasmem) o que que tinha pra jantar... ela fez um puta dum escândalo. Até gritou. Começou a falar uns absurdo tão grande que eu tô chocada até agora. Meu irmão que me segurou porque eu comecei a falar umas merda. Tenho sangue quente e na hora ferveu diante da injustiça e do absurdo. Eu juro que se não fosse pelos meus propósitos maiores ía embora daqui nesse minuto. Não faz sentido. Acho que ela quer é que a gente vá embora, só pode ser isso. Não entedi mesmo. Mas admiro meu irmão, era com ele a gritaria e a injustiça e ele se manteve pacifico, calmo e ainda tentou me acalmar. E depois veio me falar preocupado que acha que ela tá ficando gagá, que essa reação é estranha. Estranha é o caralho. Eu convivo com ela, conheço e sei como ela é, que fala mal de todo mundo o tempo todo e só se elogia. Ele é melhor que eu e melhor que ela. Mas eu conheço num é porque já tem idade que pode falar qualquer merda e a gente tem que relevar. Tô na casa dela, por isso tenho que aguentar, mas difícil viu. Mas eu vou aguentar, não vou desistir dos meus sonhos por causa de uma pessoa difícil. Tenho certeza que amanhã ela vai vir falar toda arrependida que eu entendi mal. E eu vou ter que fazer a compreensiva.
Sem querer fazer a vítima, mas a vida não tá fácil, eu só estudo, a única diversão é a internet e um cineminha muito de vez em quando. Não tenho nenhum amigo ou casa de alguém pra onde correr. E ainda tenho que aguentar essa coisas. Olha, só uma coisa explica, a lei da compensação vai ter que se operar como as da  física porque senão eu não dou conta.
É o que tem pra hj.
#bjmeliga.

Unhas da semana.

Sem muita enrolação vamos direto as unhas da semana.
Escolhi um rosa pra hj. É o "amor de verão" da coleção tropicaliente da Impala. Não combina muito com o clima frio e úmido que tá hj, mas né? Enfim.
Olha só:


Passei três camadas porque ele é bem ralinho. Só queria saber o que que tá acontecendo com esses fabricantes de esmalte que só estão fazendo esmalte ralo, aguado. É que nem feijão que quando chega visita a gente põe mais água pra render???? Aff.
Mas eu curti a cor, quando eu era adolescente lá pela década de 80 (kkkk), usei muito um batom com a cor igualzinha a essa, acho que usei uns 10, kkkk.
Mais uma fotinha pra ilustrar.


Que tal meu anelzinho da caveira??

É o que tem pra hj,
#bjmeliga.