O que me grila mais nesse troço de aniversário não é nem ficar velha, é ficar estigmatizada, tipo assim: - "mulher de 40 anos não faz isso, isso e aquilo, blá, blá, blá".
Eu não me sinto com 36 anos manemfudendo. Sinto como se tivesse no máximo 26 anos (kkkk).
Aliás, eu acho bem pior fazer 30 anos do que 40. Quando a gente faz 30 anos deixa-se de ser jóvis. Aos 30 a pessoa deifinivamente é adulto, tem um monte de coisas que não fica bem um adulto fazer. Tem as merdas que você faz até os 29 anos e 11 meses e 29 dias que tudo bem e que quando você faz 30, 32, 36, 40, 42, fica ridículo. Mas não muda muito as atitudes esperadas de mulheres a partir dos 30.
Taí, a treta toda resume-se em uma única palavra - EXPECTATIVA. O que se espera de uma mulher de 30 é bem diferente do que se espera de uma de 29 anos, já uma de 39 e de uma de 40 é basicamente a mesma coisa. Isso tudo é minha opinião, claro? E opinião é que nem bunda, cada um tem a sua.
Conheço muita mulher de 20 e poucos anos que é muito mais velha do que eu.
Na verdade eu não sei se algum dia vou me sentir realmente velha. Quando eu era criança pequena lá em Ponta Porã acreditava que qdo fosse adulta pensaria bem diferente a respeito de quase tudo, mas não. Não é que eu seja imatura (as vezes sou sim), mas tem algumas coisas que eu já pensava assim como penso desde sempre. Afinal não é porque passa o tempo que a gente muda as convicções. Não acontece um evento mágico qdo a gente vira adulto que modifica todos os nossos pensamentos, eles apenas ficam mais apurados, com o passar dos anos, como um vinho. O que muda convicções são os aprendizados e as experiências, do tipo drástica, mas não é regra. A maioria das minhas continua a mesma.
E eu sou do tipo que não tem vergonha em mudar de opinião.
Se você tem 37 anos e não parece, parece menos, deveria ser motivo de orgulho e não vergonha a ponto de a mulher esconder a idade. Experiência e juventude numa mesma mulher, isso é bônus. Tudibão.
Mas isso tudo na teoria, né? Hahaha.
Agora deixa eu ir que tô morrendo de cólica.
É o que tem pra hj.
#bjmeliga
terça-feira, junho 07, 2011
domingo, junho 05, 2011
Encruzilhada
Hoje eu me vi numa encruzilhada. Eu sou muito, mas muito dramática, exagerada, amexicanada mesmo, sei disso. Não sou boa em lidar com dúvidas, preciso de respsotas rápidas. Odeio ficar dividida. Por isso tomo as decisões no calor do momento e isso nem sempre dá certo.
Eu vim pra SP pra tentar ser aprovada em um concurso público, vim pra estudar, e estou fazendo isso, mas é um caminho longo, lento e difícil. Não foi uma coisa que eu fiquei pensando e analisando. Surgiu a oportunidade e eu agarrei, na hora. Mas foi fácil, foi como se eu estivesse me afogando e visse uma tábua.
Esses dias conversei com uma colega pelo Facebook e ela me perguntou o que eu andava fazendo, eu respondi que tava fazendo Damásio, me preparando pra concurso e ela me chamou de corajosa. Ela tá advogando e eu pensei que ela é que era corajosa. Hoje percebi que eu é que sou. Advogar, no nosso caso era a escolha óbvia e mais fácil. Ela deu sorte de arrumar um escritório legal e foi (coisa que nunca aconteceu comigo), mas largar tudo e se jogar nessa empreitada, como eu fiz exige, sim, coragem. Eu larguei muita coisa, minha casa, meus amigos, meu conforto, mas foi a escolha mais fácil porque era uma luz no fim do túnel, um chamado da nave-mãe. Eu tenho verdadeira loucura por essa cidade onde quero, com todas as minhas forças morar. São Paulo pra mim é um sonho possível e basta por si. Morar num apartamento pequeno no centro da cidade, sem carro, ter um emprego público com um salário razoável, isso é o que eu quero.
Eu demorei muito pra entender o que eu queria, fiquei anos sem saber que direção seguir, num limbo depressivo. Perdida, sem sonhos, sem anseios. Uma pessoa sem sonhos é uma pessoa morta em vida. Nunca se deve tirar a possibilidade de alguém de poder sonhar. Quando vim pra cá, eu voltei a sonhar.
Hoje eu recebi uma proposta pra voltar pra PP. Um amigo dos meus pais, que é advogado, quer abrir um escritório comigo, eu sei porque, eu escrevi um texto pra um blog que ele quer fazer, sobre a inconstitucionalidade de uma lei e acho que o impressionei. Seria perfeito, ele sabe ganhar dinheiro e está disposto a fazer exatamente a parte que o advogado faz, que eu detesto, precisa de alguém pra fazer a parte que ele não gosta e que é a que eu sei fazer. Eu tenho certeza que a gente pode ganhar muito dinheiro trabalhando junto, e eu estou absolutamente capacitada pra exercer essa função, agora mais do que nunca.
Eu voltaria a morar em PP, perto dos meus amigos, dos meus pais, do meu cachorro, teria meu conforto de volta, mas teria que desisitir do meu sonho pequeno burguês. Sei que essa proposta pode me render muito mais dinheiro que o emprego público que eu almejo. Mas eu não sou ambiciosa, me contento com pouco, sempre soube disso. Não sou do tipo de pessoa que tem grandes desejos, viagens caras, carros, jóias, roupas de grife, não. Não é disso que eu sou feita. Não que eu seja humilde e simplória, longe disso, mas meus gostos não são caros.
E tem mais uma coisa, voltar pra PP agora seria uma admissão de fracasso, de que eu não consegui. Mas eu sinto que ainda não tentei tudo que podia. É confortável saber que existe uma segunda opção, e eu quero tê-la mais como uma pressão, pra me dar mais força. A minha contraproposta vai ser a seguinte, eu vou terminar meu cursinho, até porque a multa por desistência é muito alta, não compensa largar agora. Quero um tempo, até o fim do ano. Se, e somente se, eu não conseguir ser aprovada em nenhum nos próximos dois concursos que me interessam e que estão previsto pra esse ano, eu volto e vou trabalhar com esse amigo dos meus pais. Mas será que ele espera?
Quando eu imagino meu futuro num apartamentinho no centro de SP, sozinha, talves com um cachorro, vestindo um pijama confortável, ouvindo uma música num domingo de manhã, tomando um café e olhando pela varanda a selva de pedra, sinto um calorzinho dentro do meu peito, uma ansiedade. Quando faço o mesmo exercicio de imaginação em PP, sinto medo, agonia, e uma vontade de chorar. Eu não pertenço a Ponta Porã, gosto de lá, vivi minha vida toda lá, mas não é e nem nunca foi o meu lugar.
Eu não sou religiosa, acho que isso já ficou bem claro nesse blog, mas dizem que quando deus fecha uma porta, sempre abre uma janela, né? Mas e se a janela não dá para o mesmo lugar que a porta? E se eu não quiser ir pra onde a janela está aberta? E se eu insistir em tentar arrombar a porta? Como eu faço? O que eu faço? A única certeza que eu tenho é que não posso ficar mais muito tempo nesse quartinho escuro. Tenho que dar uma direção à minha vida, escolher um caminho.

Mas qual??
É o que tem pra hj.
#bjmeliga.
sábado, junho 04, 2011
Côrdei meio Ozzy hoje, hehehe.
É, mas apesar de ele mesmo dizer que tem um cérebro de geléia, derretido pelas drogas, quando ele sobe no palco é o mesmo Ozzy do Black Sabbath dos anos 70. E mesmo com esse tal derretimento cerebral, ele foi capaz de narrar sua história para um ghost writer escrever a autobiografia "Eu sou o Ozzy" (lançada 2010 em português) onde ele não se mostrou condescendente consigo e tem se a impressão de que falou tudo, sem medo de julgamentos. Graças a isso, é possível ler passagens surreais de momentos marcantes da sua carreira. Ele conta ainda que depois de mais de 40 anos ininterruptos de abuso de toda qualidade de substâncias entorpecentes, um médico lhe disse que não há nenhuma razão plausível que explique como ele ainda esteja vivo.
Lógico que eu fiquei louca pra ler essa biografia, né?
Mudando de assunto....
Hoje eu acordei cedo, apesar de ser sábado, eu fui assistir uma mesa de debates sobre as mudanças no Código de Processo Penal relativas às prisões, que entrará em vigos no dia 04 de julho. Cada dia vale menos a pena ser honesto neste país, é só o que eu digo. Imitar sistemas penais estrangeiros só seria possivel se o sistema brasileiro tivesse suporte pra isso, e não tem, por isso as leis por aqui as vezes não "pegam". Mas aguardemos para ver o que acontece.
Ontem eu fiz minhas unhas, quer ver?
Esse é o "pôr do sol" da impala, da coleção tropicaliente (já usei antes aqui e aqui, ainda tem um rosa lindo) mas esse é bem ralo, que nem o amarelo, tive que passar três camada e ainda não fiquei contente.
Outra coisa, qdo passei ele, achei muito parecido com um outro da impala, o "aleixo", será que é igual?
Vamos comparar:
Achei que o "Por do sol" tem um "que" de rosado, meio salmão. Fora isso é talequale.
Agora eu vou dar uma relaxada. Vou tomar um banho, botar meu pijama (eu sei num são nem cinco da tarde ainda, FODA-SE) e assistir (de novo) a 3ª temporada de "True Blood", na cama, lógico, kkkk.
É o que tem pra hj.
Bjmeliga.
![]() |
| Super fazível, isso beeem antes de ter o atual cérebro de geléia. |
Lógico que eu fiquei louca pra ler essa biografia, né?
Mudando de assunto....
Hoje eu acordei cedo, apesar de ser sábado, eu fui assistir uma mesa de debates sobre as mudanças no Código de Processo Penal relativas às prisões, que entrará em vigos no dia 04 de julho. Cada dia vale menos a pena ser honesto neste país, é só o que eu digo. Imitar sistemas penais estrangeiros só seria possivel se o sistema brasileiro tivesse suporte pra isso, e não tem, por isso as leis por aqui as vezes não "pegam". Mas aguardemos para ver o que acontece.
Ontem eu fiz minhas unhas, quer ver?
Esse é o "pôr do sol" da impala, da coleção tropicaliente (já usei antes aqui e aqui, ainda tem um rosa lindo) mas esse é bem ralo, que nem o amarelo, tive que passar três camada e ainda não fiquei contente.
Outra coisa, qdo passei ele, achei muito parecido com um outro da impala, o "aleixo", será que é igual?
Vamos comparar:
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| Usei nesse dia aqui. |
Agora eu vou dar uma relaxada. Vou tomar um banho, botar meu pijama (eu sei num são nem cinco da tarde ainda, FODA-SE) e assistir (de novo) a 3ª temporada de "True Blood", na cama, lógico, kkkk.
É o que tem pra hj.
Bjmeliga.
sexta-feira, junho 03, 2011
TPM, again...
TPM, essa linda, não me larga. Tá phoda viu, nem eu tô me aguentando. Acho que tem também a pressão de ser a última tpm antes do aniversário, mudança de digito sempre mexe comigo. A gente não podia só festejar, tem que ficar um número mais velha? Porra, mais velha eu fico todo dia, hoje eu sou mais velha do que era ontem e nem por isso tenho vontade de chorar, mas a mudança do dígito é phoda. Nos faz lembrar da proximidade da morte, do fim, do fato de não ter, ainda, alcaçado os objetivos que almejou um dia. Eu já ouvi dizer que a felicidade não é um destino e sim o caminho, e que quem perceber isso não se importará com o fim, porque soube aproveitar a viagem. Mas é um puta troço teórico e dificil de aplicar. Quando a gente alcança uma meta, logo se impõem outra e cadê a felicidade pelo que conseguiu? Eu tô cansada de pensar que só vou ser feliz quando... quando emagrecer, quando passar no concurso, quando tiver meu apartamento, quando conseguir pagar minha contas. Isso pra dizer o mínimo. E quando eu consigo ficar feliz por alguma bobagem qualquer, dura pouco, porque logo vem a culpa. Essa maldida culpa que me persegue e me corrói, sinto culpa por tudo, é horrível. É como se alguém me dissesse: "Como vc pode pensar em ficar feliz, você ainda não fez isso, isso e aquilo..."
Como ser humano é complicado. Mas tudo isso só porque eu tô com tpm? Ou eu só tô externando por causa da tpm? Sei lá, além de humana eu sou geminiana e isso complica um pouquinho mais as coisas, tudo fica tão confuso.
Sabe de uma coisa, se no dia que mudamos o dígito estamos FAZENDO aniversário, então não é uma imposição, se eu posso fazer, também posso não fazer, né não? Filosofei agora...
Mas é isso, quero festa, quero presente, mas esse ano não quero fazer aniversário.
É o que tem pra hj.
#bjmeliga
Como ser humano é complicado. Mas tudo isso só porque eu tô com tpm? Ou eu só tô externando por causa da tpm? Sei lá, além de humana eu sou geminiana e isso complica um pouquinho mais as coisas, tudo fica tão confuso.
Sabe de uma coisa, se no dia que mudamos o dígito estamos FAZENDO aniversário, então não é uma imposição, se eu posso fazer, também posso não fazer, né não? Filosofei agora...
Mas é isso, quero festa, quero presente, mas esse ano não quero fazer aniversário.
É o que tem pra hj.
#bjmeliga
quarta-feira, junho 01, 2011
♪ Um dia frio, um bom lugar pra ler um livro...(ou não)♫
Hoje amanheceu Ponta Porã aqui em Guarulhos. Ok que todo dia aqui a gente tem as 4 estações, do ano não de Vivaldi. Amanhece inverno, no meio da manhã começa a primavera, meio dia é verão, ao final da tarde já vira outono e a noite volta a ser inverno, TODO DIA, menos nas estações quente, é claro. Aí que eu resolvi falar disso e hoje cedo fui fotografar minha vista da janela qdo me deparei com um nevoeiro do tipo pontaporanense. Isso mesmo, na rua não dava para ver o prédio na esquina. Mas só pra vcs não acharem que eu tô dando uma de Daniela Maria Encarnacion Iolanda de La Renta Bernal Portela (meu nome mexicano), vejam:
Acabei de ouvir no jornal que hoje de manhã o aeroporto de Cumbica esteve fechado para pousos e decolagens. Muito esperto construir um aeroporto num local que o nome significa nuvem baixa ou nevoeiro (humm), né não???
Ontem eu vi um video na internet em que um carinha pede a namorada em casamento de um jeito tão legal, que olha eu que não sou adepta do gênero fiquei tentada, viu.
Dá uma olhadinha:
Would you marry me??
YES, YES, mil vezes YES (depois separa ué)
É o que tem pra hj.
Bjmeliga.
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| As fotos de cima às 6:15 am, as de baixo às 13:15 pm. |
Ontem eu vi um video na internet em que um carinha pede a namorada em casamento de um jeito tão legal, que olha eu que não sou adepta do gênero fiquei tentada, viu.
Dá uma olhadinha:
Would you marry me??
YES, YES, mil vezes YES (depois separa ué)
É o que tem pra hj.
Bjmeliga.
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