domingo, novembro 06, 2011

Let it go!!

Porque é tão difícil deixar o passado pra trás? Seguir em frente sem o peso de lembranças inúteis e desnecessárias. Não que sejam ruins, mas nem sempre são fácil de carregar. As pessoas entram e saem da vida da gente toda hora, e nem por isso a gente tatua as mais importantes na pele. Andar pra frente olhando pra trás, é perigoso pra integridade física.


Acho que o problema é esse monte de rede social. Agora é possível ter acesso a detalhes da vida de alguém que foi importante e muito participativo no nosso passado, mas que agora não passa de uma lembrança. Pode parecer piegas, mas vou ser sincera, tenho ciúmes de ex-melhores amigos que tem novos melhores amigos. Sinto-me traída e abandonada. Como se a pessoa não pudesse ter uma nova vida na qual eu não me encaixo. É irracional, eu sei, mas é o que eu sinto. Nós seguimos por caminhos diferentes e por mais que um dia a gente tenha andado de mãos dadas e nos apoiando mutuamente, hoje a gente nem se vê mais. Seria mais saudável se a gente nem soubesse muito um da vida do outro, já que estamos afastados. É difícil pro meu ego aceitar que a vida continua e meus ex-amigos tem novos melhores amigos e que sua vida está muito bem sem mim.
Não que a minha não esteja, mas estou sendo egoísta e infantil nesse momento, se vcs me permitem.
Acho que eu ficaria mais conformada se soubesse notícias esporádicas, mas os detalhes me incomodam. Sei que foram colocados lá pra outros amigos e não pra mim e isso me machuca. Mas eu faço a mesma coisa, atualizo minha vida na internet para meus amigos mais próximos, mais atuais.

É incoerente, eu sei, mas como eu já disse antes "NÃO TRABALHAMOS COM COERÊNCIA".

Coerência? Pra quê?
Tenho duas explicações pra esse ciúmes que sinto. Vamos a elas:
1. no fundo eu sei que vc foi uma grande amiga, talves a maior e lamento profundamente que a vida tenha nos afastado. Tenho esse sonho infantil de que seriamos unidas e inseparáveis para sempre, que ficariamos falando ao telefone por três horas até fazermos noventa anos e que seriamos madrinhas uma dos filhos da outra;
2. na verdade eu tô carente demais e qualquer manifestação amorosa de quem eu já amei muito para quem eu nem conheço me trás um sentimento de inveja, com o qual eu não sei lidar.

Na verdade, mesmo se a vida não tivesse nos enviado para distâncias tão grandes, talves não fossemos mais amigas, porque no fundo eramos bem diferentes e queriamos coisas diferentes e acabariamos nos distanciando aos poucos. Mas como foi de uma vez, parece que podia ser diferente, que hoje seríamos as astrounautas que sonhamos na quarta série e estariamos desbravando o universo em uma nave contruída no quintal em formado de abacaxi. Ou moraríamos juntas em uma quitinete na Augusta e festariamos todos os fins de semana. Ou teríamos nos casado com dois caras incríveis, de preferência irmãos e passariamos os natais com nossas familias juntas e nossos filhos que teriam idades parecidas e seriam melhores amigos.


 Como eu já disse antes, estou carente e por isso idealizo. Idealizar é um troço que eu faço muito. Idelizo situações, relações, amores. Sonho de olhos abertos e isso não é legal, porque torna a realidade um pouco enfadonha. Quando vejo na internet pessoas que passaram por minha vida seguirem adiante sem mim, sinto-me rejeitada e se tem outro troço com o que não trabalhamos muito bem é com a rejeição.
O melhor da festa é esperar por ela, comigo sempre foi. No fim minha vida e meus problemas se resumem a uma puta de uma ansiedade que tenho em excesso.
É o que tem pra hj
#bjmeliga

quarta-feira, novembro 02, 2011

Unhas da semana (passada)

Dia 29 de outubro, sábado, eu fui pra praia com meus tios e minha vó. Super legal, comi tanta areia que chegando em casa cuspi uns três tijolos.
Explico: é que teve um puta ventania bem na hora que a gente foi pra praia, me senti um tuareg no deserto. Mas fora isso foi bom, eu gosto do mar, curto ficar olhando pra ondas indo e vindo, então tá bom né?
Bom, acontece que antes de ir, no sábado eu fiz as unhas correndinho.
Vejam:

Passei um azul céu. É o 215 da hits, bem bonitinho. Três camadas porque eu não aguento ver o fundo branco da unha. Fazia tempo que eu não passava uma corzinha assim ligth, né?
Bom, aí hj a manicure da minha vó apareceu por aqui e eu aproveitei pra fazer as unhas do meu pé, porque graças ao meu tombinho tá complicado de dobrar o joelho e mais complicado ainda de eu mesma fazê-lo. Aí passei uma cor que ainda não usei nas mãos, o "chão de estrelas" da coleção color effect da Rsiqué, vejam:

Deu vontade de passar nas unhas da mão... adoro um pretinho básico. Mas esse não é básico, tem uns brilhos prateados, tipo um céu estrelado (...).
Nossa, agora que eu percebi que tô toda trabalhada no céu essa semana, kkkkkkkkk.
Nas mãos dia, nos pés noite, uhauhauhauhauhauhauha!!!!
Sem mais, vou nessa.
É o que tem pra hj.
#bjmeliga

sexta-feira, outubro 28, 2011

Ideia de fumaça

Eu sempre tenho boas ideias pra posts aqui no blog, as vezes tenho ideias incríveis. Normalmente essas puta ideias incríveis surgem quando eu tô em baixo do chuveiro, lavando a cabeça e pensando.



Ou no banheiro mesmo, não tomando banho, nem escovando os dentes, fazendo aquela outra coisa que a gente faz no banheiro. O banheiro é o lugar onde eu penso mais e melhor. A cabeça fica livre e o pensamento flui (entre outras coisas, kkkkk). A cabeça fica limpa e a bunda fica suja, hahahahaha!

Mas é no cubiculo de azulejo onde tenho minha ideias mais bacanas. Acho que seria incrível se inventassem um computador aprova d'água, que pudesse ser usado no chuveiro ou na piscina...

R.I.P. Jobs :'(
Não sei se é a água ou a impossibilidade de escrever imediatamente que me inspira, mas é assim que rola. E aí até chegar o momento que eu me sento em frente ao notebook e começo a digitar, ou a ideia se desfez como fumaça ou meu furor literário passou.
Pois é gente, escrever também depende de tesão. Quando a gente tá com tesão pra escrever começa um post totalmente despretensioso e PIMBA, escreve uma texto histórico (exageradaaaa). Agora mesmo, sentei aqui, abri o blog sem ter a menor ideia do que ía escrever. Minto, até tinha uma pretensãozinha aí, mas achei fraca e pobre demais, por isso descartei e começei a digitar enlouquecidamente. Não li nem revisei, deve tá cheio de erros de digitação, mas eu tô com ganas de publicar assim mesmo.
Ah, se meu TOC deixasse, né? kkkkkk.
(...)
Tá, revisei e acresentei fotos pra dar uma incrementada no texto, dar um ar engraçadinho e pra vc amiguinho que só lê livro com gravura. Viu como eu sou democrática, e vcs ai pensando que eu era a ditadora do blog.
Bom era isso, nada a dizer e muito a escrever.
É o que tem pra hj
#bjmeliga

terça-feira, outubro 25, 2011

A trollagem do ano

Pra quem não sabe o que significa trollar, trata-se de uma gíria de internet. Troll  designa uma pessoa cujo comportamento tende sistematicamente a desestabilizar uma discussão, provocar e enfurecer as pessoas envolvidas nelas, um troll pode ter um bom nível intelectual, vocabulário sofisticado diante de outros discursantes, desfilar referências e contradizer os argumentos dos rivais por conhecimento e pesquisa, muitas vezes expondo-os ao ridículo e questionando sua formação educacional. Jogar a isca e sair correndo é um comportamento do troll, que consiste em postar uma mensagem de polêmica grande já esperando uma grande reação em cadeia.

Resumindo, é aquele seu amigo que sacaneia algo que alguém escreveu ou apenas postou de forma a gerar polêmica entre as outras pessoas que tem acesso ao comentário. Eu vivo trollando no facebook, adoro. A trollagem é uma arte, nem sempre as pessoas a praticam de forma adequada, porque existe uma linha tênue entre trollar e ofender. O troll é o que antigamente chamavamos, no mundo real, fora do universo internautico, de espírito de porco.

Não é novidade pra mim que sou de uma familia de espíritos de porco, né pigsoul? A novidade é que minha mãe pratica a trollagem no facebook, e eu tenho pra mim que foi uma das melhores que eu vi essse ano, principalmente pq eu desconfio que a ideia era apenas ser sincera, kkkkkkkkkkkkk.
Uma amiga dela postou um anúncio com foto de um centro estético (que eu desconfio ser da amiga). Nessa foto tinha umas unhas feitas e minha mão trollou geral, kkkk, vejam:

Tarja = responsabilidade jurídica
Pensando bem, mas que unhafeiadocaralho, que pé medonho, eu hein?! Mereceu a trollagem, kkkk!

E por falar em unha, vamos as unhas da semana?
Ontem minha vó me deu um esmalte que eu tava doida atras faz um século. Tava dificil de conseguir porque não vende na farmácia. É um esmalte da Avon, o "garota da capa". Aí eu já tinha que fazer as unhas mesmo, passei o dito cujo, querem ver?


Trata-se de um dourado (Oie? Dourado? É vc mesmo Dani?), isso mesmo, um dourado, bem pigmentado, duas camadas resolverem mesmo a história. Não é muito meu estilo, mas eu tava a fim de experimentar faz tempo, e gostei do resultado.

É o que tem pra hj
#bjmeliga

sábado, outubro 22, 2011

#Coisas que aprendi com FRIENDS.

Ross Geller, 5.ª temporada (uma das melhores, sem dúvida).
Nessa temporada Ross se ferra dum tanto, acontece de um tudo com ele. Ele se divorcia de Emily sem nem ter consumado o casamento, é despejado do apartamento, vai morar "entulhado" com Joey e Chandler, perde o emprego no museu, fica bem doidão e tem até que tomar calmantes. Aí ele fala que é seu "ano sabático".

Lição 01 - Quando tudo dá errado, não é azar, nem vc que tá fazendo besteira, é um periodo sabático.


Lição 02 - Seu sanduiche é seu melhor amigo: No episódio 09 da quinta temporada Ross descobre que quem comeu seu precioso sanduíche foi seu chefe no museu, e digamos que ele "surta".


Lição 03 - Não importa o que aconteça, NUNCA grite com seu chefe: Depois de ele gritar com o chefe ele é obrigado a "ver" um psiquiatra, que lhe receita um tranquilizante e ele é afastado do trabalho.


Então, tudo isso pra dizer que essa foi uma semana sabática pra mim, kkkkk.
Já começei mancando, com o joelho ferrado por causa do tombo na terça, lá na baladinha (só comigo que essas coisas acontecem, aff...). Aí pra piorar, peguei o refriado que deixou meu pai mal logo que ele chegou, e minha irmã mal quando eles foram embora. Pensei comigo, meu joelho tá ferrado e eu tô resfriada, vou tomar remédio que dá sono, aí eu aproveito e dou repouso pro joelho. Assim sendo, dormi as tardes de segunda e terça inteiras. Claro que esse tempo perdido vem carregado de culpa, perdi horas preciosas de estudo, mas tarra tão mal que não ía conseguir estudar mesmo.
Bom aí na quarta compensei, né? Beleza, até o joelho tava melhor, mas quando tudo tá bem, prepare-se algo vai acontecer, (kkkk drama queen) e na madrugada de quarta pra quinta recebi "aquela" visitinha chata mensal. Não tô falando só da menstruação não, tô me referindo à colica mesmo. Começou às duas e pouco da manhã, e a última lembrança que eu tenho de olhar no relógio eram cinco e meia. Claro que eu faltei na aula. E pra piorar passei a tarde de quinta toda com enxaqueca.
Por isso perdi minha semana e não atualizei o blog. Mas já passou. Menos o joelho, que para o meu pavor está muito estranho. Não tô conseguindo esticar a perna. Mas tudo bem, eu vou no médico em PP e vejo isso aí em dezembro, minha perna não vai cair até lá. Nem me venham com o exemplo do bracinho do Jared Leto no filme "Réquiem for a dream", não tá tão mal assim, hehehehe.

E o que tem pra hj.
#bjmeliga

P.S.: In time, eu tava pensando sobre essa incapacidade temporária (eu espero) de esticar a perna esquerda. Acho que "saquei" qual é a treta. Meu menisco/nervo/tendão/ligamento ou seja lá o que for que eu detonei, tá inflamado, o que significa inchado, com água, o que é óbvio, limita os movimentos. Assim que desinflamar volta ao normal. Como eu cheguei à essa conclusão? Não estralo meu joelho desde que que levei o tombo, e eu estralo meu joelho toda hora. É de familia, a minha irmã nunca podia se agachar quando a gente brincava de esconde-esconde ou gato-mia que se entregava, fazia préééc. De madrugada quando meu pai ía na cozinha a gente ouvia ele andando pelo estralar dos joelhos, era um tal de prec, prec, prec, é uma família de estraladores, kkkkkk.